De castelos e princesas
Penela da Beira. Uma aldeia simpática e bonita. Um lugar recôndito, onde as pessoas nos lembram, em todos os gestos diários, aquilo que, muitas vezes, nos parece escapar neste corre-corre frenético dos nossos dias.
Para quem não conhece, Penela da Beira fica a poucos quilómetros de Penedono. Penedono tem um castelo. Pequenino. Gracioso. Perfeito para dar rédea solta à imaginação de uma criança. Como não podia deixar de ser, fomos investigá-lo.
Do castelo apenas se mantêm as paredes e pouco mais. Não havia princesas. Com certeza foi às compras… Talvez ainda volte a tempo de a veres, dizia-lhe eu a ela. Subimos até onde foi possível. Sentámo-nos a refrescar numa das ameias. Ela insistia em perguntar pela princesa. Foi de certeza comprar uns tomatinhos para a salada de logo. Chama-a. Pode ser que ouça e volte mais depressa se souber que tem visitas. Ali corria uma brisa que refrescava aquele calor denso que chegou quase sem aviso. Estava-se bem. Sem pressas. Sem horas. Sem compromissos. Ela ia-a chamando. Princesa! PRIN-CE-SAAAAAAA… Estamos A-QUI-I! Prince-saaaaaaaaa…
E, sem que nada o fizesse prever - até porque estávamos sozinhas no castelo -, eis que chega a princesa! Jovem, bela, de cabelos compridos e óculos de sol(!). Ali mesmo na parte de baixo do castelo. Acabadinha de entrar pela porta da frente. A alegria e o entusiasmo foram contagiantes. Mãe! MÃE! Olha ali!!! Ali, ALI!!! Vês? É a princesa! Já chegou!! JÁ CHEGOU!!! Ela sorria e os olhos brilhavam. Nem queria acreditar que ela a tinha ouvido e voltado então ao castelo. A princesa olhava então cá para cima, meia maravilhada com tal recepção e, presumo eu, sem perceber muito bem o porque da mesma. Lá lhe expliquei, cá de cima lá para baixo – e em meias palavras para não quebrar o encanto –, que tinha sido muito esperada e ansiada esta visita. Ela entendeu e cumpriu bem o papel que lhe coubera.
Para quem não conhece, Penela da Beira fica a poucos quilómetros de Penedono. Penedono tem um castelo. Pequenino. Gracioso. Perfeito para dar rédea solta à imaginação de uma criança. Como não podia deixar de ser, fomos investigá-lo.
Do castelo apenas se mantêm as paredes e pouco mais. Não havia princesas. Com certeza foi às compras… Talvez ainda volte a tempo de a veres, dizia-lhe eu a ela. Subimos até onde foi possível. Sentámo-nos a refrescar numa das ameias. Ela insistia em perguntar pela princesa. Foi de certeza comprar uns tomatinhos para a salada de logo. Chama-a. Pode ser que ouça e volte mais depressa se souber que tem visitas. Ali corria uma brisa que refrescava aquele calor denso que chegou quase sem aviso. Estava-se bem. Sem pressas. Sem horas. Sem compromissos. Ela ia-a chamando. Princesa! PRIN-CE-SAAAAAAA… Estamos A-QUI-I! Prince-saaaaaaaaa…
E, sem que nada o fizesse prever - até porque estávamos sozinhas no castelo -, eis que chega a princesa! Jovem, bela, de cabelos compridos e óculos de sol(!). Ali mesmo na parte de baixo do castelo. Acabadinha de entrar pela porta da frente. A alegria e o entusiasmo foram contagiantes. Mãe! MÃE! Olha ali!!! Ali, ALI!!! Vês? É a princesa! Já chegou!! JÁ CHEGOU!!! Ela sorria e os olhos brilhavam. Nem queria acreditar que ela a tinha ouvido e voltado então ao castelo. A princesa olhava então cá para cima, meia maravilhada com tal recepção e, presumo eu, sem perceber muito bem o porque da mesma. Lá lhe expliquei, cá de cima lá para baixo – e em meias palavras para não quebrar o encanto –, que tinha sido muito esperada e ansiada esta visita. Ela entendeu e cumpriu bem o papel que lhe coubera.
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Tivemos direito a príncipe e tudo. Vimo-lo num dos varandins do 1º andar. Olha mãe!! É o príncipe. Ali! E apontava depois para a menina em baixo, como que a dizer-lhe que não procurasse mais pela sua amada. Está ali a princesa! Olha! Está ali! Vês?
Descemos em pulgas. Só faltou trocar-me pela dita princesa. Saltou-lhe para o colo às primeiras palavras que esta lhe dirigiu. Abraçou-a e sorriu e ofertou-lhe beijos enérgicos e afectuosos. Eu olhei-a e vi-a inchada, repleta de orgulho por um dia ter estado com uma princesa “a sério”. Pura delícia. Foi um daqueles momentos que... nem por encomenda! :)
*** Ciranda
Descemos em pulgas. Só faltou trocar-me pela dita princesa. Saltou-lhe para o colo às primeiras palavras que esta lhe dirigiu. Abraçou-a e sorriu e ofertou-lhe beijos enérgicos e afectuosos. Eu olhei-a e vi-a inchada, repleta de orgulho por um dia ter estado com uma princesa “a sério”. Pura delícia. Foi um daqueles momentos que... nem por encomenda! :)
*** Ciranda
2 Comments:
Que bom!!!
E a Beatriz bem merece momentos desses!
Muitos beijinhos, minha amiga!
Fikei muito contente por mencionares o nome da aldeia mais bonita de Portugal...PENELA DA BEIRA....Tu conheces Penela da Beira??? Olha se poderes dá uma vista de olhos http://peneladabeira.com.sapo.pt
bjs Samuel Fidalgo
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