É mesmo minha filha...
…a julgar pelo que gosta de dormir. Pena é que tenha tão mau acordar! :D
Isto foi hoje, depois de mais um dos seus ataques de mau humor, pós-sesta da tarde, geralmente regados com muitas lágrimas (de crocodilo e das outras), mas acontece quase dia sim, dia sim! ;)
Ela acorda da sesta espontaneamente, mas gosta de vir acabar a dorminhoquice no meu colo ou no colo do avô. Até que
- Beatriz, vá, vamos jantar.
- Mãe nãããããããooooo. Não quero!!
- Aiii! Põe-te direita!
- Nãããooo! Não queeeerooooooo! Quero dumiiiireeeeeeeee!
- Oh anda lá… temos de ir jantar!
(choro…)
(mais choro…)
(meia de birra…)
(meia de bate o pé, enquanto o pé que sobra a atira pró chão)
A certa altura canso-me e digo-lhe:
- Paras com a choradeira?
- Nãããoooo… A Beatiz quer chorarrrrrrr…
(mais lágrimas)
- Então vais chorar para o sofá, sozinha. É isso que queres?
- Ximmmmm... - entre lágrimas.
- Ai é? Ok… Então siga! - E sento-a no sofá, o que em 99,9% das vezes, é remédio santo.
- Quando te tiver passado o “tau”, chama a mãe. – E viro costas.
1 minuto depois – silêncio.
2 minutos depois:
- Beatriz, já passou?
- Ó mãe, já!!
- Óptimo! Então vá, vestir o casaco para sairmos.
- Ó mãe nãããooo!!
- Ai… Vais começar outra vez???
- Ó mãe, não! A Beatiz tem o nariz fungado!!
-…
(Reserva-se o espaço seguinte para 30 segundos de gargalhada pegada.)
;)
*** Ciranda
Isto foi hoje, depois de mais um dos seus ataques de mau humor, pós-sesta da tarde, geralmente regados com muitas lágrimas (de crocodilo e das outras), mas acontece quase dia sim, dia sim! ;)
Ela acorda da sesta espontaneamente, mas gosta de vir acabar a dorminhoquice no meu colo ou no colo do avô. Até que
- Beatriz, vá, vamos jantar.
- Mãe nãããããããooooo. Não quero!!
- Aiii! Põe-te direita!
- Nãããooo! Não queeeerooooooo! Quero dumiiiireeeeeeeee!
- Oh anda lá… temos de ir jantar!
(choro…)
(mais choro…)
(meia de birra…)
(meia de bate o pé, enquanto o pé que sobra a atira pró chão)
A certa altura canso-me e digo-lhe:
- Paras com a choradeira?
- Nãããoooo… A Beatiz quer chorarrrrrrr…
(mais lágrimas)
- Então vais chorar para o sofá, sozinha. É isso que queres?
- Ximmmmm... - entre lágrimas.
- Ai é? Ok… Então siga! - E sento-a no sofá, o que em 99,9% das vezes, é remédio santo.
- Quando te tiver passado o “tau”, chama a mãe. – E viro costas.
1 minuto depois – silêncio.
2 minutos depois:
- Beatriz, já passou?
- Ó mãe, já!!
- Óptimo! Então vá, vestir o casaco para sairmos.
- Ó mãe nãããooo!!
- Ai… Vais começar outra vez???
- Ó mãe, não! A Beatiz tem o nariz fungado!!
-…
(Reserva-se o espaço seguinte para 30 segundos de gargalhada pegada.)
;)
*** Ciranda
1 Comments:
Ai, que coisa liiiiiiiiiiiiiinda!!!
Acho que essa técnica de a mandar chorar tudo para o sofá, é excelente... daqui a uns tempos acho que vou experimentar essa técnica
;o)
Muitos beijinhos e abraços
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